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31 julho 2018

5 vestidos-camisa que podiam entrar no meu armário

julho 31, 2018 1
5 vestidos-camisa que podiam entrar no meu armário
Já fui mais menina para vestidos curtos e  com folhinhos. Aindo uso os que tenho no armário, mas cada vez gosto mais (e chamem-me maluquinha, mas acho que são tão sensuais) de vestido-camisa.
Querem ver que me estou a tornar numa miúda crescida?

TÚNICA ÀS RISCAS
Zara-39.95 Euros
VESTIDO COM CINTO E BOTÕES
Zara-39.95 Euros
VESTIDO CAMISEIRO RISCAS
Zara-29.95 Euros
H&M-24.99 Euros


CAMISA VESTIDO
Zara-99.95 Euros



30 julho 2018

Uma família com esperança- Bratislava #1

julho 30, 2018 2
Uma família com esperança- Bratislava #1



Chegámos na sexta a Viena (para onde há mais voos e que fica a menos de uma hora de Bratislava). O Luís vive numa zona residencial fora da grande cidade e, por vezes, quando vou à rua, é quase como se estivesse em Portugal.

No sábado fomos a um dos parques da cidade (mesmo pertinho do Polus Shopping Center- se eu passasse por lá nunca desconfiaria que atrás do edifício estava um lago e uma imensidão de verde), levamos toalhas que estendemos na relva e comemos gelados. Ainda não nos aventuramos a nadar no lago, mas lá chegaremos.

Ontem, fomos conhecer uma piscina biológica em Borovica (vinte minutos de carro de Bratislava). A entrada é paga (6 euros), mas não tem a imensidão de gente que a maioria das piscinas tem no verão, há  muito espaço verde para nos estendermos, um restaurante com preços simpáticos (pena não terem menu em inglês e nem o Google Tradutor nos ter ajudado muito- pizza, salada e cachorro quente foi o que pedimos e depois fiquei a salivar com as iguarias que os locais comiam).

Estamos a quatro e temos saudades de fazer o que as famílias normalmente fazem- preparar refeições em conjunto, limpar a casa a dois, ir ao supermercado, conversar... ( E amuar e discutir por palermices também faz parte).

 Eu passo muito tempo a três com os miúdos e o Luís passa muito tempo sozinho e estes momentos a quatro dão-nos equilíbrio e a energia para prosseguir. É uma das razões porque eu passo quase sempre as minhas férias onde o Luís está ( e ele trabalha) e ele passa as férias dele em Portugal (quando eu trabalho). É uma estratégia para passarmos mais tempo juntos.

 Lado positivo? Porque tem de haver sempre um ( e se não existir, eu procuro-o)-  é o quarto país que visitamos!

Para quem quiser acompanhar o dia-a-dia...há mais no Instagram/Facebook do blogue.

Nota: vestidinho do ano passado da Zara (cortar mangas e bainhas já é um clássico meu). O saco é do Boticário ( oferta em compras de 54 Euros).

24 julho 2018

Passatempo relógio Capitola

julho 24, 2018 3
Passatempo relógio Capitola

Raramente uso relógio, mas por vezes uso um da marca espanhola Capitola e tenho um igual para oferecer. É só preciso seguir a página do blogue no Facebook (aqui) e preencher o formulário. Tenho pena de só ter um para oferecer, mas a alguém irá calhar!



O passatempo termina a 31 de julho.

23 julho 2018

A blogosfera vive!

julho 23, 2018 5
A blogosfera vive!
Foto A Pipoca mais Doce

Toda a gente conhece a Pipoca mais doce. Leio-a aos anos, ainda ela era solteira e gosto do seu sentido de humor. Admiro-a também por tudo o que conquistou. Podem dizer que é sorte o facto de ela ser a blogger mais lida do país, mas como é sabido...a sorte dá muito trabalho.
Bem, mas o que queria escrever é que a Pipoca foi mãe pela segunda vez e escreveu um post lindo, cheio de verdade e amor. Emocionei-me e  fiquei a gostar (ainda) mais dela.
Para ler-aqui.

19 julho 2018

Lotaria-1ºprémio

julho 19, 2018 6
Lotaria-1ºprémio
Toda a gente tem na família alguémque teve ou tem cancro. As previsões não são animadoras e diz-se que, no futuro, quase toda a gente irá ter algum tipo de cancro. 
Aos quinze anos, quando morreu de leucemia o meu primo-vizinho do lado- querido Márito, de catorze anos, sofri o primeiro embate. Até hoje, como em quase todas as famílias, têm sido muitas as perdas precoces. Há, no entanto, vitórias- a minha mãe está hoje oficialmente curada depois de um cancro de mama muito agressivo.

A verdade é que o cancro é democrático e não discrimina ninguém- o sentir que pode ser qualquer um de nós, não importando as nossas qualidades, o Deus a quem oramos, o saldo da nossa conta bancária é que nos faz sentir que vivemos em  sobressalto. E, quando no mês passado fui tirar do meu peito algo que não devia estar nele, andei a tremelicar um bocadinho. Sou uma mulher muito positiva, mas por vezes lá vinha o pensamento" e se...".
Pois muito bem,os resultados  já chegaram e, para já, não há nada a temer. Respirei de alívio- sabia que nesta lotaria  que é a vida, eu tinha acabo de receber uma cautela premiada. Podemos ansiar por ter isto ou aquilo, por fazer aquilo e aqueloutro, mas  ninguém tenha dúvidas que a saúde é mesmo o 1º prémio.


A propósito, as meninas têm feito os vossos exames?

16 julho 2018

Uma família com esperança- o que me prende a Portugal?

julho 16, 2018 3
Uma família com esperança- o que me prende a Portugal?



"Boa tarde, Sofia. Sou a Margarida e já sigo o seu blog há muito tempo. Estou neste momento a ver a minha vida a mudar porque o meu marido está a pensar em ir trabalhar para fora do país. Gostaria de saber, se não se importar, quais foram os motivos porque não foi viver para fora de Portugal com o seu marido. Que razões a prenderam cá?..."

Há duas semanas recebi, por mensagem, esta pergunta da Margarida. Nem de propósito, numa altura em que o Luís se preparava para uma nova etapa noutro país. Tentarei responder...


Ainda antes do Luís ter ido para Angola em 2013 ele teve um convite para ir para Moçambique e, na altura com os filhos mais novos, chegámos a pensar em ir os quatro. 


Decidimos não ir e quando o Luís foi para Angola ponderámos de novo se íamos os quatro. O Luís foi sozinho e, mais tarde, fomos ter com ele e passámos, por duas vezes, um mês em Angola.
Em Angola, o Luís morava a cerca de trinta quilómetros do Sumbe (Kwanza Sul, entre Luanda e Benguela) e era a distância que nós estávamos de um sítio onde comprar água, pão, leite. O Gonçalo estava no 8º ano e o Miguel no 1º ciclo e depois de pensarmos muito, decidimos que eu e miúdos ficaríamos em Portugal. O principal motivo foi a educação dos miúdos (Luanda e as escolas portuguesas ficavam a quatro horas de caminho e eram muito caras). Também pesou o facto de eu ser efetiva numa escola a quatro quilómetros de casa e de não querer colocar o meu lugar em risco.




Foram três anos difíceis, mas em que nunca notámos que os nossos laços estavam mais frágeis. O Miguel, na altura mais pequenino, chorou muitas vezes com saudades do pai, o Gonçalo teve de crescer mais rapidamente e eu senti-me muitas vezes só ( a altura mais difícil foi quando o meu pai morreu e o Luís não pode vir). Para o Luís foi um grande enriquecimento pessoal e profissional, mas sei que foi muito duro.Decidimos que seria apenas por três anos (a duração de um visto de trabalho) e assim foi. 
O Luís voltou a Portugal em 2016 e em abril de 2017 surgiu a oportunidade de ir para Widness (a cidade onde me imaginei a morar, entre Manchester e Liverpool). Contudo, como o projeto estava a acabar, em Setembro ele foi para New Ross (Irlanda) e agora para Bratislava (a empresa tem sido a mesma, mas tem projetos em vários locais do mundo).


Para responder à pergunta da Margarida, as razões que me prenderam cá foram essencialmente relacionadas com a educação do Gonçalo e do Miguel. Se eles fossem mais novos e estivessem numa idade em que eu não sentisse que poderia influenciar negativamente o percurso escolar deles, talvez eu acompanhasse o Luís.

Em setembro o Gonçalo vai para a Universidade e o Miguel para o 9ºano e neste momento não equaciono juntar-me ao Luís no estrangeiro, porque sinto que eles precisam de uma rede para prosseguir em paz os estudos e o facto do Luís estar sempre a mudar de local também não nos dá segurança. Se é a decisão certa, nunca terei certezas. Para já, parece ser, mas nos últimos anos a vida tem sido tão imprevisível que não sei. O que posso dizer é que sinto que continuamos a ser uma verdadeira família e que ajuda o facto do Luís estar agora na Europa e vir a casa com mais regularidade. Ajuda também eu ser boa a pesquisar bons preços nos bilhetes de avião e de, sempre que posso, agarrar nos miúdos e ir visitar o Luís. Contudo, quando sentir que não prejudico o percurso dos miúdos, não ponho de parte a ideia de um dia me juntar ao Luís.

Para já, acabei de comprar  bilhetes para Bratislava!



11 julho 2018

À descoberta da cintura perdida

julho 11, 2018 2
À descoberta da cintura perdida

Quem me conhece sabe que tento fazer as melhores escolhas ao nível da alimentação (fruta, muitos legumes, poucos hidratos, muita água). Com o tempo foi-se tornando mais prazer do que sacrifício e acreditem quando digo que  se tiver de escolher entre um prato cheio de legumes com peixe grelhado e um com bife e batatas fritas, opto pelo primeiro sem hesitar...porque realmente me sabe melhor.

Este caminho tem anos. Contudo, por mais peso que perdesse, tive sempre umas gordurinhas na barriga e uma cintura pouco definida. Sabia que o caminho não passava só por perder peso, porque eu queria perder gorduras apenas localizada (a cara, o rabo e o peito poderiam ficar como estão).

O  que fiz eu, então?
Decidi durante três meses não comprar roupa, evitar gastos supérfluos e canalizar esse dinheiro para algo que me ajudasse a ter um corpo que me fizesse sentir melhor. A opção que tomei foi fazer acupunctura para perder a gordura localizada- umas agulhinhas mais compridas do que o normal na região certa e depois uma técnica- eletrolipólise - que potencia os efeitos devido à estimulação feita através de corrente de baixa frequência (pequenos choques elétricos). No final de cada sessão fiz pressoterapia para ajudar na eliminação das moléculas de gordura que foram “quebradas”.

Fiz seis sessões, perdi cerca de três quilos, mas o mais importante é que perdi centímetros onde os queria perder e ganhei cintura (algo que já não me lembrava de ter). Se os resultados se conseguem se comermos tudo o que nos apetece sem quaisquer restrições? Não. Existe um plano, mas que passa mais por ser um plano de alimentação saudável do que um plano difícil de cumprir. Fiz, por vezes, alguns desvios (mas não muitos) e penso que se a perda de peso não foi mais acentuada foi porque normalmente também não faço grandes asneiras.
Se valeu a pena? Muito. Corpo mais definido, vestidinhos a assentarem melhor, autoestima mais elevada.
Agora...o mais difícil: manter!


Nota: para quem é da minha zona e quiser experimentar, fiz os tratamentos com o especialista em Acupunctura e Medicina Chinesa, Sérgio Alves, no Centro Médico Flor do Liz (Maceira).

10 julho 2018

Não tens vontade de tirar a etiqueta? Troca!

julho 10, 2018 2
Não tens vontade de tirar a etiqueta? Troca!

Já aprendi a lição- se compro uma peça de roupa e esta fica no armário sem que eu lhe tire a etiqueta durante uma semana é sinal de que não gosto assim tanto dela.
Aconteceu com esta blusa da Lanidor- gostava do tecido, do corte e até do padrão. Problema? Eu tenho dificuldades em usar peças com padrões. Bolinhas, risquinhas e alguns padrões mais orientais gosto de me ver. Agora cores e padrões mais fortes não consigo. E eu gostava de arriscar, mas não dá.

Por vezes tento fugir da minha zona de conforto (como fiz com a blusa da Lanidor), mas com receio de que a peça e roupa fique no meu armário a encher (e também porque é crime desperdiçar dinheiro) quando vejo que não gosto assim tanto, troco ou devolvo. 

Desta vez troquei por uma peça diferente do que tenho no meu armário, mas tendo quase a certeza de que a vou usar bastante este verão. Gosto da cor, do tecido e não tem padrões fortes a atormentarem-me. Complicadinha, eu!



Vestido camiseiro Lanidor- aqui