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17 maio 2017

Sobre a fé

maio 17, 2017 3
Sobre a fé
Fátima a Pé, 13 maio 2017 (obrigada Inês Santos pela foto e por tanto)
Considero-me uma mulher de fé. Rezo, vou à missa (menos vezes do que me faz falta), educo os meus filhos na fé (o Gonçalo tem andado afastado e com dúvidas  e eu respeito, claro), acredito em Deus e tenho uma devoção especial por Nossa Senhora. 
Contudo, também, tenho por vezes as minhas dúvidas e questiono. Quando tal acontece, tenho tendência para procurar os sinais. 

Sempre os encontrei.

16 maio 2017

O que é bom é para partilhar

maio 16, 2017 4
O que é bom é para partilhar
No dia 6 de março, escrevi aqui no blogue que iria voltar a ver o Eurofestival. Assim foi. Torci e vibrei e acho que na alegria da vitória estava misturado um bocadinho de sentimento de vingança por tantos anos a torcer por canções em que sabia a letra de cor, que eram para mim as mais belas, mas que ficavam, com raras exceções, nos últimos lugares.
Apaixonei-me pela canção assim que a ouvi e gosto do Salvador irreverente e da sua vontade de mudar o mundo. Pela Luísa Sobral, que é a autora da tão bonita letra e compositora da música, já estava apaixonada há muito.

E, neste mês de maio, mês das mães, deixo-vos uma das canções dela que eu adoro.  Vejam, ouçam-na e cantem-na aos vossos filhos ( ainda ontem aconteceu lá em casa).

15 maio 2017

A vida é um instante...

maio 15, 2017 3
A vida é um instante...
Deixar ir o que não nos faz bem. Decidir que é desta que faço uma tatuagem. Acreditar, ter fé, procurar e encontrar os sinais. Tentar nunca esquecer a mulher que eu sou.

10 maio 2017

Jeans- experimentei e gostei

maio 10, 2017 3
Jeans- experimentei e gostei
Jeans Salsa- Wonder Slim Push Up- 79. 99Euros

Nunca pensei comprar umas calças de ganga  modelo Push up. Já escrevi outros posts em que confessei que tenho alguma dificuldade em mostrar as formas do meu corpo e algum receio de ficar com um ar mais vulgar. já tinha experimentado várias vezes o modelo e nunca ousei comprar.

Mas ( há sempre um mas), o mês passado rendi-me a um novo modelo da Salsa (com cintura alta). São mais escuras que as da fotos, comprei-as justas porque normalmente dão-se um bocadinho e gosto de as vestir com uma blusa clássica por dentro. E acrescento: são muito confortáveis.

Aconselho a experimentarem bem os modelos, irem para casa pensar se não têm a certeza, voltar à loja e experimentar outra vez..as vezes que for necessário até concluírem que se sentem mesmo bem. Foi o que fiz e acreditem que, mesmo sendo mais caras do que na Mango ou Zara, umas boas calças de ganga valem o investimento ( preferível ter um par ou dois de jeans com que nos sintamos bem do que meia dúzia só a encher o armário).

Atenção: este post não foi escrito em parceria:)!

07 maio 2017

A filha da mãe que eu fui

maio 07, 2017 3
A filha da mãe que eu fui
Santuário de Fátima, agosto de 1972

Lamento muitas vezes a filha que eu fui. Difícil, rebelde, com a mania que sabia tudo.Nunca me esqueci de como eu testava a minha mãe até aos limites, de eu me achar superior porque a minha mãe não lia, de como eu não percebia como poderia a minha mãe ter tão pouca roupa no armário, de eu pensar que sabia muito mais que ela.

Envergonho-me, confesso, da filha ingrata que eu fui.Contudo, e mais ou menos na altura em que fui mãe (penso que isto acontece a muitas), o clique fez-se.
Hoje sei que a minha mãe, mesmo tendo apenas a 3ª classe incompleta, sabia muito mais da vida do que eu. Corrijo: eu não sabia nada.
Olhando para trás, lembro a minha mãe-formiguinha- trabalhadora para que nada faltasse, recordo a generosidade com os outros, os conselhos e ensinamentos e dou por mim a tentar, muitas vezes, ser como ela.
Fui a tempo. Já há anos que a nossa relação é outra. Agora, tento mimá-la eu (muito menos do que devia), conto-lhe da minha vida, ouço-a e dou-lhe beijinhos mesmo quando ela me quer fugir. Demonstrações de afecto como beijinhos e abraços não são fáceis para a minha mãe, talvez porque nunca os teve...Mas hoje eu sei que a sopa sem batata que ela me faz, os legumes que me prepara tantas e tantas vezes, estão impregnados de amor e carinho...são os  beijos que ela tem dificuldade em dar.

Fui a tempo, repito. Melhor,  fomos a tempo. Rezo todos os dias para que Deus ma conserve assim: trabalhadora, sem medos de dizer o que pensa, amiga do seu amigo, generosa, dona do seu nariz, sempre presente, uma verdadeira mãe.

Sei que a minha mãe já perdoou a filha que eu fui . Eu tudo faço e farei para que ela não volte mais.

04 maio 2017

Os meus presentes do Dia da Mãe- podem copiar!

maio 04, 2017 5
Os meus presentes do Dia da Mãe- podem copiar!
Os presentes do Dia da Mãe que eu mais gosto são os que os meus filhos fazem/faziam. Gosto que eles me ofereçam palavras deles e não ligo muito a presentes caríssimos ou a flores.
O Luís sempre comprou um presente para eles me oferecerem neste dia, mas este ano, apanhado desprevenido, não teve tempo. Eu disse-lhe que não fazia mal e fui eu com os miúdos tratar do assunto. 
Talvez eu lhes devesse dar o dinheiro e serem eles a escolher, mas a verdade é que não foi o que eu fiz. Escolhi eu e será o presente deles.

O outro presente recebi-o do Boticário e, nem de propósito, é uma ótima sugestão de presente para este dia.  Já uso o creme Lily há muito tempo, já ofereci muitos boiões a pessoas de quem gosto e, este com um novo perfume, vai entrar também para a galeria dos eleitos Se há um produto que é a minha imagem de marca é o creme acetinado Lily, acreditem mesmo.


Creme Lily- 18.99 Euros
Colar Tous ( há mais cores ) -  32 Euros


03 maio 2017

Quimonos, quem gosta?

maio 03, 2017 6
Quimonos, quem gosta?
Tenho apenas um quimono e uso-o bastante...Agora ando tentada a oferecer-me um outro para o meu aniversário:).
Imagem 8 de QUIMONO ESTAMPADO da Zara
Zara- 29.99 Euros

Imagem 8 de QUIMONO LANTEJOULAS da Zara
Zara-69.99 Euros

Imagem 8 de CASACO QUIMONO BORDADO da Zara
Zara-69.99 Euros

01 maio 2017

A vida é um instante...

maio 01, 2017 2
A vida é um instante...

Celebrar abril sempre. Ir a Lisboa e perder-me nos jardins da Gulbenkian sozinha, sem medos, sabendo que sou uma ótima companhia para mim mesmo. Abraçar os que importam. Seguir em frente, tentando nunca esquecer a mulher que sou e que quero ser.